segunda-feira, 19 de maio de 2014

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O Negócio é tentar ver as coisas com mais esperanças. Se antes eu pensava que eu ia ter mais um album incompleto, já vejo com otimismo que só faltam duzentas figurinhas. Se antes eu pensava que o dinheiro do aluguel vai faltar, eu penso que nos meus cálculos tenho a metade garantida. E assim vou, esperando que as coisas deem certo. tentando fazer minha parte, tentar conseguir mais dinheiro pra sair desse atoleiro que é ficar sem dinheiro e cheio e dívidas, querer fazer as coisas e não poder porque você não tem nem o que comer. Mas as coisas vão melhorar. Pelo menos é isso que eu espero, pois pior do que isso, só virando mendigo. Pelo menos tenho um cachorro e as pessoas vão dar dinheiro porque vão ter pena dela. E isso nem é um crítica pois eu faria a mesma coisa. Não daria dinheiro, pois vai que o mendigo gasta tudo em cachaça, o que é o óbvio? Então, vamos ver como será o amanhã, responda quem puder, como diz a música mais batida do que, do que... ah sei lá o quê. =P

domingo, 18 de maio de 2014

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Já disse que estou ficando preocupado com as visualizações disso? pois bem, eu estou. mas tenho que manter o ritmo, o foco, a força e a fé, como diz o clichê. Como habemus paz, posso tentar variar outro assunto e não ser tão sacal ou meu exercício de autoanálise boboca, pra fazer um comentário aleatório boboca. Esse lance de 'tv revolta' é preocupante, não pra quem faz, aliás, todo mundo tem o direito de opinar o que quiser. Mas o problema é quantos ele agrega no caminho. quando a insatisfação do povo aumenta, surgem esses tipos, que pregam ideias imediatistas e ocas, como o governo é comunista e coisas assim, típicas de Bolsonaro e cia. Enfim, o que quero dizer é isso temos que ter cuidado com isso. Na Alemanha pós primeira guerra, a fome e a miséria eram tantos, que eles acreditaram em um cara que dizia ter as soluções dos problemas. E o país prosperou e todos passaram a amá-lo. Adolf Hitler era o nome dele. Pra a insatisfação do povo eleger um bolsonaro para presidente não falta muito, ninguém sabe votar mesmo. Esse éo meu medo, esse período de trevas retornar. E é por isso que eu amo História, aliás ela só existe como matéria pois temos que sabê-la para não repiti-la.

sábado, 17 de maio de 2014

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Estou com duas lutas: para escrever e para ter fé na humanidade. Hoje pude ver, no singelo momento de trocar figurinha para completar o álbum, a ajuda mútua para todos atingirem seus objetivos foi legal. A gente fica pensando que em todo lugar vai ser corporativo, todo mundo querendo ganhar dinheiro, um real por figurinha, não vimos isso. Isso é legal. O que não é legal é que ainda faltam muitas figurinhas para completar meu álbum. No mais, continuo em uma guerra fria que eu não comecei, embora ela vá dizer que comecei. Eu queria ficar só, comigo mesmo, Já que não posso procurar ninguém e nem ela eu quero. Ela quer fazer guerra, quer briga, quer ódio, quer que eu me exploda, quer eu bata nela e perca minha razão. Não vou fazer mais isso, não posso e não quero ser desse jeito. quero paz. ela quer guerra. Acha bom viver às turras. Não quero ser mais assim, pois eu já nem sei mais quem eu sou, de cinco anos pra cá desandei de um jeito que não sei se o caminho tem volta.Espero que tenha. Ainda quero ter um pouco de fé na humanidade. Nem que seja 0,001%

sexta-feira, 16 de maio de 2014

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Quase não fiz esse texto hoje. Acabo de fazer um pacto de escrever 10 linhas sobre qualquer coisa e no segundo dia eu desisto? Sou mesmo um babaca que vive se auto-sabotando. Desde que resolvi me encarar de frente(ontem) já estou perdendo as contas das vezes que eu tive uma boa oportunidade e desperdicei.  E não falo isso de pouco tempo atrás, falo de muito tempo. Sempre fui babaca. Podia ser uma cara legal, mas sempre fui babaca comigo mesmo. Sempre fui? Ainda sou! Esta é minha vida. Devo estar na crise do 30. Isso acontece. Mas não deveria, se eu não cometesse tantos erros comigo mesmo, tantas coisas que eu poderia ter feito e não fiz. E estou na posição que estou. Frustrado. lutando dia a após dia com as minhas contas, mesmo sabendo quando eu for declarado o vencedor no fim do mês, elas ressurgem que nem o Jason no mês seguinte pra me jogar na lona de novo. E meus projetos de melhorias, pra empresa, pr aminha vida, pra tudo , vão pro lixo, lixo e lixo. Vou fazer de tudo para que esse pacto comigo mesmo eu não rompa. Faltam 363 textos de 10 linhas.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

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Tento mais uma vez criar um compromisso, agora público(hahaha), já o compromisso com os meus cadernos eu sempre falho. 10 linhas. Somente o mínimo de 10 linhas. o mínimo de 10 linhas durante 365 dias. Mesmo que não tenha o que dizer, o que pensar, o que falar de interessante, vai ter que sair algo. Preciso sair da preguiça. Sair da inércia. Preciso por pra fora, o que eu não digo, o que eu não posso dizer. Preciso nessas 10 linhas me reencontrar, reencontrar a minha escrita perdida por aí como um cachorro abandonado. Preciso por cartazes nos postes para encontrá-la. Preciso dessa válvula de escape. Preciso parar de pensar que estou enlouquecendo a cada minuto que se passa e que eu me mantenho frustrado na minha vida idiota. Afinal, viver é ser idiota. Mas espero manter esse ritual. Mesmo que não sobre tempo, ou disposição ou qualquer outra coisa. Vai ter que sair 10 linhas de qualquer jeito. é o que eu espero. Um mínimo de disciplina. Um mínimo de respeito a minha escrita. Um mínimo de vida sufocada posta pra fora diariamente.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Oh vida, oh céus: Elke Maravilha, um quase affair



Há muito tempo atrás, antes da popularização dos blogs, eu me expressava de outra maneira não muito convencional: Poesia. Tenho cadernos e cadernos com um monte daquelas baboseiras com métricas ABBA ABAB (quem estudou métrica e rima sabe do que estou falando), e eu sou por default uma pessoa irritantemente teimosa, principalmente em relações aos meus objetivos, eu vou lá e faço, fodam-se as pobres das consequências e principalmente não ligo para o que esses vermes chamados pessoas pensam (Vegeta mode off) . Nesse caso,nos confins de 2007, resolvi fazer um livro de poesia, tentei reunir o melhor, ou na minha crítica opinião o menos ruim, e compilar em um livro. Arrumei um nome pomposo, que causava impacto: 'Dançando entre Lírios mortos'. Legal,né? Tudo porque eu via  de vez em quando Lírios pisados na porta de uma funerária que morava perto(e agora moro do lado). Não, nunca sai dançando em frente à funerária, isso é uma metáfora que eu não estou a fim de explicar (Uma dica: quando você escolher o nome de um livro que estiver escrevendo, pense bem no nome e na explicação;Você ter que explicar o porquê dele a vida toda).

Gastei mais ou menos mil reais nessa empreitada, um dinheiro que obviamente não tinha e rebolei pra conseguir via meu emprego e via mamãe. Fechei com uma editora que fez uma bela capa, chamei minha amiga Rossana pra escrever a contra-capa (ou é contra capa? maldita regra ortográfica) e dali ficou pronta. A própria editora, que já tinha um trabalho comum de lançar novos escritores que tem uma certa grana pra pagar seus escritos e vender para família e amigos, tinha um concurso de talentos e os premiados iriam receber o prêmio na bienal do livro do Rio de Janeiro. Inscrevi-me pensando comigo mesmo, 'vou me foder (Não é fuder, obrigado corretor ortográfico do Google chrome) nessa, mas pelo menos fica a experiência', assim como em 99% dos eventos que ocorrem em minha vida. Isso seria na minha cabeça, pois na realidade eu fui um dos premiados. I'm the champion, my friends. Recebi o telefone e a ficha não caiu, fiquei em quarto lugar. Acho que não caiu até hoje, tenho dúvidas da sanidade dos jurados ou se fui o quarto colocado de cinco escritos. Mas naquele ano até acreditei que o livro era bom, quem fez a capa, um cara da editora chamado Paulo Caillaud disse foi um dos livros mais legais que ele viu, mais visceral, puro e intenso que já leu. E que eu tinha talento. Das duas, uma:1) Ele era gay e estava me cantando 2) ele poderia estar falando a verdade. Prefiro ficar com a opção dois... Tá, mas você que leu um monte de linhas pensa, onde entra a Elke Maravilha nessa história. Calma.

Minha primeira vez em uma Bienal tinha que ser pra receber um prêmio. Sou foda. dig jin dig jin dig jin. No auditório Clarice Lispector, que eu amava(Não o auditório, mas a escritora, embora eu nunca tenha conseguido ler a maçã no escuro), mas de tanto ver citações erradas e certas dela no Facebook passei desgostar dela (Mas sei que  não culpa sua, Cla) e quando adentro no auditório, acompanhando de mamãe, Cristóvão, minha madrinha, Daniel e sua senhora na época. Sento, vejo entrar em seguida, com toda a descrição que ela podia causar, Elke Maravilha lalalalaalala lalalalalalalalalaala. Ela estava lá para prestigiar um amigo dela, que ficou em segundo lugar que tinha um título de trabalhos manuais. Deviam ser poemas sobre masturbação. Vai saber.

'Vou tirar uma foto com ela' Falei. logo em seguida falei de novo:"Não vou não". Mas depois de mais alguns minutos de 'vou, não vou', fui lá tirar a foto junto com Daniel. Eu fui lá, todo sem graça, pedi pra tirar uma foto com a Elke tão baixo, que ela só deve ter entendido porque deve saber leitura labial.Flash. foto esta que ilustra o post. Depois da foto, ainda disse que eu gostava dela desde a época do show de calouros. Tentei agradar mentindo, mas senti que dei mancada, porque o show de calouros não existe desde 1994, eu acho.E ela deve pensado:"porra isso já faz tanto tempo.". E eu na verdade adorava o Sérgio Mallandro, como eu o adoro até hoje, esse gênio do humor. Da Elke eu tinha medo quando criança, ela parecia um dragão. Na adolescência eu desconfiei que ela fizesse parte do Twisted Sisters, cheguei a procurar na Wikipédia, mas não encontrei nada dizendo sobre isso.

Enfim, premiação começando, já começava com os melhores da poesia, e eu fui o segundo a ser chamado. Sabe quando acontece algo tão incrível na sua vida que você não tem noção disso e mal aproveita o momento? Exatamente é essa a sensação que tenho quase seis anos depois. Quando meu nome foi chamado e meu livro citado, eu levantei e todos se viraram pra mim, e eu um tímido clássico e compulsivo, liguei o piloto automático senão eu ia travar e ficar parado e me mijar nas calças(Não por, medo mas eu eu estava apertado e quando você fica nervoso sua bexiga afrouxa, isso é clinicamente comprovado!). Cheguei ao palco, recebi meu certificado, e vi uma cacetada de flashes e aplausos. Até hoje não consigo ter uma boa lembrança visual daquele momento é tudo muito vago, de verdade. Nem o que o cara que me deu o prêmio disse eu me lembro, só sei que ele disse algo e eu agradeci. Depois quando desci do palco e os aplausos cessaram, a Elke Maravilha na primeira fila disse algo, as pessoas riram, eu ri, mas não faço ideia do que tenha sido. Como disse, piloto automático funcionou com sucesso para evitar que eu saísse correndo para nunca mais voltar.


Depois de toda aquela premiação, de aplausos, de senta e levanta, teve um pequeno coquetel se sucedeu. Vinho portugês periquita(sim, esse era o nome. Bebi umas duas taças porque periquita de graça é sempre bom) e  canapé com patê de Fois Gras rolando solto.Teve o momento 'eu sou pobre e não sei que porra é essa' em que perguntei ao garçom o que era Fois Gras. Fígado de ganso. Era uma merda. Rico tem gostos estranhos. Preferia aquele patê de presunto que vende em lata no mercado.

(Agora vem o grande momento que você que chegou até aqui está esperando!) Depois de mais um cara gay dar em cima de mim por causa do livro (Isso é preconceito contra os héteros que não podem escrever poemas. Sou da linhagem de Vinícius de Moraes que fazia poema e comia todas as cocotinhas de sua época. Claro que no meu caso, eu sou blogueiro, e comer alguém no meu caso é tão raro como um título do Botafogo e do Atlético Mineiro no mesmo ano) fui sugerido por todos, para que desse um livro pra Elke Maravilha, afinal teve uma garotinha de no máximo 10 anos na época que passou 20 vezes na fila pra ser nerd tinha dado um exemplar a ela, eu teria que fazer o mesmo. Fui por livre espontânea pressão e com a cara e a coragem, que logo depois se escondeu debaixo da cadeira e eu tive que ir só com a cara mesmo. Ela estava em uma roda conversando com alguns jovens e lá fui eu todo sem graça novamente, tentei ligar o piloto automático de novo, mas não seria possível, eu teria que interagir com uma pessoa, e não ia funfar dessa vez esse cheat. Tentei esquecer que ela era uma pessoa da TV que parecia que sua maquiagem era uma máscara e que ela usava uma bota-calça(isso mesmo que você leu. não me pergunte onde ficava o zíper, como diz o título dessa história não tive como descobrir).

Esperei o assunto animado da roda terminar, respirei fundo e disse um pouco mais alto.Abaixo segue como foi o diálogo:

"Oi Elke, eu gostaria de te presentear com o meu livro"
"Muito obrigado. Fiquei muito feliz por você ter ganho."
"Obrigado"

Entrego o livro a ela aurografado. Não lembro o que escrevi exatamente, mas deve ter sido o padrão que eu escrevia : "Elke um beijo do Marcos Antônio Filho" Ela abre olha e...

"Meu lindinho, faltou você por o seu telefone aqui."
"Meu telefone?"
"É.Como eu vou poder te dizer se eu gostei ou não do livro? Eu vou te ligar e te digo o que achei."

Não esperava por essa. Não esperava mesmo. Escrevi meu telefone celular e o de casa, e entreguei o livro novamente, ela viu e falou: "Agora sim!" E virou a bochecha para dar um beijo nela. Eu beijei. Mas tive a nítida sensação de que não beijei pele, beijei uma camada espessa de pó de arroz ou sei lá, algum produto milagroso que ela usa pra ficar com aquela cara de porcelana. Depois tive o desprazer de imaginar Elke Maravilha quando acorda. Deve ser algo mais aterrorizante do que exorcista (vi esse filme 3 vezes e me cago todo de medo desse filme).

Mas o 'melhor' ainda estava por vir. Depois do meu beijo, ela foi me beijar na bochecha e me depois me deu um abraço tão apertado que eu me senti sufocado de verdade. Ela tem mais de 1,80, usa uma bota calça com um salto 15 agulha e tava usando uns dreads loiros que quando ela me abraço eu devo ter sumido.Relembrei o medo de infância que tinha dela e as suspeitas da minha família que ela era um travecão quando ela aparecia na Televisão. Agradeci mais uma vez e me despedi pensando que ela pediu meu telefone porque quis ser simpática, claro. Pelo menos eu torci para que fosse isso.

Depois de contar como foi o papo com a Elke e de ainda estar coma marca do beijo (O batom dela era tão forte que eu seu passasse a mão na marca e passasse pelo rosto minha cara ficaria vermelha e ainda sobraria batom vermelho para cobrir o resto do corpo) a pergunta preferida das pessoas foi: 'Porque ela pediu o seu telefone?'. Eu reproduzia a resposta dela e logo depois vinha outra resposta que todo mundo dizia depois: "Ela te deu mole, hein?"

Os dias se passaram, meu nome esteve no jornal 'O Globo' e o besta aqui não comprou o jornal, e perdeu uma grande oportunidade de um tapa na cara da sociedade por aparecer em um jornal sem ser na parte policial(que é quando pobre tem o nome no jornal) e não recebi nenhuma ligação de alguém famoso nesse período. A Minha dedução para isso era que  letra era muito ruim(e piora a passos largos rumo a virar um hierógrafo), e se ela tentou ligar um dia, não deve ter entendido os números, pois reza a lenda que o meu 4 parece um 9 (calúnia).

Outra calúnia grave foi a que eu fiquei meses ao lado do telefone esperando a ligação dela. Um Absurdo, essas pessoas maldosas não tem o que inventar. Depois de 15 dias eu já tinha desistido. Às vezes me pego a pensar como seria a vida se ela tivesse me ligado, mas tento pensar que ela não era pra mim. Mas Elkinha,nunca esqueci 'nosso momento'. Saudades...



OBS: Se alguém tiver vontade e/ou curiosidade (o que eu duvido MUITO mesmo) de ler o meu livro, me avisa que eu mando. Os que sobraram servem pra evitar a mesa fique bambeando, vai até me fazer falta, mas ai você pode usá-lo para a real função dele, que é ser lido e achar legal. Vai saber, tem doido pra tudo nesse mundo louco de Deus...



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Rodeios...

- Ei, posso te perguntar uma coisa?
- Depende?
- Como assim depende?
- Vamos discutir relação?
- Não, oras, estamos bem. Se bem que acho você às vezes distante... você tem outra?
- Sim, tenho uma para cada dia de semana. Minha mãe cometeu o erro gravíssimo de por mel  em vez de hipoglós nas assaduras do meu piupiu. Diz o que você que você queria dizer. O que foi que eu fiz, que você está com esse bico?
- Você e suas brincadeiras.
- Mas sou assim, fazer o quê... diz, amor, o que você quer tanto dizer.
- Agora não quero mais dizer.
- Ai Caramba. então não diz!

...

- Tem certeza de que não quer saber?
- Agora você quer dizer?
- Não, é que você não se mostrou interessado.
- Eu tivesse uma prévia do que se tratava...
- Ah é algo bobo...quer dizer é importante para mim, mas não sei se é para você.
- Pelo amor de Deus, não me pergunte se você está gorda. Senão pego a garrafa de água sanitária e faço vira vira.
- Não é isso...Mas eu acho que estou mais magra. Não acha?
- Amor, se eu disser que você emagreceu quando você pergunta, você vai achar que estou querendo te agradar. Se eu disser que não, você dirá que sou cruel e sádico. Se eu me calar, você vai se achar uma baleia e eu estarei sem jeito para falar. enfim, amor, você vai dizer o que queria dizer antes de dizer todas essas coisas sem sentido que disse?
- Ai assim parece que eu sou uma paranoica insegura!
- Você é mulher, é redundante por mulher, paranoica e insegura na mesma oração.
- Assim você me magoa.
- Mas posso te dizer uma coisa: De todas as paranoicas que conheço, escolhi você. Porque suas paranoias são as mais saudáveis e pueris que já vi. Te amo.
- Até vasculhar as mensagens do seu celular?
- Não, isso é doentio. Te interno da próxima vez que fizer isso.

...

-Vai me dizer o que queria dizer ou vou ficar sem saber?
- Ah, eu queria saber se você me ama...
- Eu acho que te respondi isso, há uns 10 minutos atrás.
- Foi mesmo? Acho que estou sofrendo de lapsos de memória...
- Não sei com quem você anda aprendendo esses toques sarcásticos...

♥♥